FIT 2009

Festival Internacional de Teatro 2009

Grade 2009 [baixar] – Cardápio Teatral 2009Site oficial

A história

O FIT (Festival Internacional de São José do Rio Preto) chega à sua 9ª edição como um dos principais eventos do cenário cultural brasileiro. Mas há muitos anos a cidade já é privilegiada com a reunião de artistas e a realização de espetáculos que emocionam, divertem e trazem novas experiências cênicas para a população.

Rio Preto comemora, em 2009, os 40 anos da criação de seu Festival de Teatro, que começou em outros moldes, em meio a transformações políticas e sociais que marcaram a década de 60. Grandes manifestações culturais emergiam no Brasil e no exterior e a cidade presenciou um importante movimento liderado por artistas locais.

Humberto Sinibaldi Neto, Dinorath do Valle, José Eduardo Vendramini, Fábio Marques dos Santos, Maria Cristina Miceli, Raildo Viana, Ricardo Albuquerque e Reinaldo Silva, integrantes do grupo de Teatro Jovem da Casa de Cultura, promoveram no dia 6 de julho de 1969 a abertura da primeira edição do Festival Nacional de Teatro Amador de São José do Rio Preto.

O local destinado às apresentações foi o auditório da igreja Nossa Senhora Aparecida – Basílica, no bairro Boa Vista. A primeira edição do evento, que tinha caráter competitivo, contou com 11 espetáculos vindos de Minas Gerais, São Paulo e Paraná. “Prometeu Acorrentado”, dirigido por Carlos Alberto Sofredini e encenado por Ângela Rodrigues e “Senhoras dos Afogados”, do grupo teatral de Penápolis (SP), foram algumas das peças que marcaram a estréia do Festival.

O Teatro Municipal começou a ser utilizado na terceira edição do evento, em 1972, mas por estar ainda em construção serviu apenas como refeitório para os grupos teatrais. À noite, era utilizado pelos artistas para confraternizações e debates culturais e políticos.

A história do Festival de Teatro de Rio Preto foi interrompida por oito anos, de 1973 a 1980. Apesar da insistência da classe artística, nesse período não houve apoio político para a realização do evento, que voltou à cena em 1981.

“Passamos por um período difícil e de muita luta desde a criação do Festival. Mas o que fez com que ele acontecesse foi a força de um pequeno grupo de rio-pretenses, que continuou buscando apoio e recursos para sua realização”, conta Humberto Sinibaldi Neto, um dos idealizadores do evento rio-pretense.

Os resultados desse movimento foram vistos nos anos seguintes, com o aperfeiçoamento e a evolução do Festival. Em 1994, em sua 14ª edição, inovações de espaços cênicos chamaram a atenção do público. O prédio da Swift foi, pela primeira vez, utilizado para apresentações.

No ano 2001, em sua 20ª edição, a maratona teatral ganhou um novo conceito, deixando a competitividade para apostar no caráter mais experimental. Assim, o Festival Nacional de Teatro Amador deu lugar ao FIT (Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto). A internacionalização das peças e o espaço para debates entre os artistas foram os diferenciais desse formato.

“Os primeiros 31 anos do Festival de Teatro de Rio Preto firmaram o alicerce para que o evento se tornasse o que é hoje, com a participação de grupos internacionais, o apoio do poder público e de empresas privadas”, afirma Humberto Sinibaldi Neto.

Segundo o artista, a maior luta dos realizadores do Festival, em todos esses anos, foi fazer a sociedade entender sua importância e apoiar sua continuidade. “Passamos por períodos de censura, recessão, batalhamos para fechar parcerias, lutamos contra tudo e contra todos. Sempre com muita coragem e, principalmente, muita vontade”.

Em 2009, serão dez dias de espetáculos inéditos em Rio Preto, com a participação de 22 companhias nacionais, oito internacionais e dez rio-pretenses, totalizando mais de cem apresentações. O público está convidado a participar dessa grandiosa manifestação cultural, que promete trazer o que há mais contemporâneo em produções teatrais aos palcos da cidade.

Os ingressos e as datas

O festival será realizado de 16 a 25 de julho. A venda de ingressos começará, inicialmente, só pelo site http://www.festivalriopreto.com.br no dia 7 de julho. A partir da manhã do dia 11 de julho os fãs do festival formaram as tradicionais filas gigantescas em buscas de ingressos na unidade Sesc Rio Preto.

Os preços continuam os mesmos: R$10 a inteira; estudantes, usuários matriculados no SESC, menores de 18 anos, maiores de 60 anos e professores da rede pública (todos com comprovação) pagam R$5 e a classe teatral rio-pretense, comerciários matriculados no SESC e participantes do FIT com crachá do Festival terão acesso aos espetáculos por R$2,50.

Os lugares

Calçadão – Rua General Glicério com Jorge Tibiriçá – Centro

CICC – Av. João Batista Vetorasso, 500 – Distrito Industrial I

Colégio Ressurreição – Rua da Ressurreição, 135 (atrás do SESI) – Vila Elvira

Colégio Santo André – Rua Rubião Junior, 3609 – Jardim Aurora

Colégio Seta – Rua Amadeu Cherubini, 700 – Vila São João

Mercado Municipal – Rua Antônio de Godoy, 3048 – Centro

Não-Lugar – Praça Jornalista Leonardo Gomes (Praça Cívica) – Rua Bernardino de Campos com Rua João Mesquita – Centro

Oficina Cultural Fred Navarro – R. Cel. Spinola de Castro, 5084 – Redentora

Paralela Eldorado (Centro Poliesportivo do bairro Eldorado)

Paralela João Paulo II (Escola Paralela do bairro João Paulo II)

Paralela Vila Toninho (Quadra Esportiva do bairro Vila Toninho)

Parque da Cidadania – Rua Trinta e Um com Rua Nove – Parque da Cidadania

Praça D. José Marcondes – Rua Voluntários de São Paulo com Rua Prudente de Morais – Centro

Praça do Bairro São Francisco – Rua Aerópago de Itambé com Rua Dom Afonso Henrique

Praça do Pinheirinho – Rua Beatriz da Conceição, 340 – Solo Sagrado

Praça Irmã Izaltina – Rua Alberto Sulfredini Bertoni com Rua Francisco Xavier Pedroso – Jd. São Vicente

SESC – Av. Francisco das Chagas Oliveira, 1333 – Chácara Municipal

SESI – Avenida Duque de Caxias, 4656 – Vila Elvira

Sest/Senat – Av. Abílio Appoloni, nº 100 – Jardim Conceição

Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto – Av. Brigadeiro Faria Lima, 5381

Teatro Municipal Nelson Castro – Av. Feliciano Salles Cunha, 1020 – Vila Itália

Unip – Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira, s/n.º – Bairro Tarraf 2

Os espetáculos

“Arcane” – França – A apresentação traz uma relação acrobática e vertiginosa entre o homem e o objeto. A roda Philébule, composta de duas rodas de alumínio de cinco metros de diâmetro ligadas entre si, constitui uma estrutura móvel gigantesca dentro da qual evoluem dois acrobatas. | 16/07, 21h, Represa Municipal | 18/07, 16h, Ibilce | 20/07, 16h, Praça D. José Marcondes |

“Neva” – Chile – Ambientado em São Petersburgo, Rússia, durante uma tarde de inverno em 1905, o espetáculo exibe a repressão de tropas sobre operários que se manifestam por melhores condições de vida. Misturando personagens e casos reais e fictícios, situações cômicas e dramáticas, o espetáculo propõe uma reflexão sobre a repressão, o teatro, os atores e suas limitações diante da morte. | 18, 19, 20 e 21/07, 19h, Teatro do SESC |

“Avner, the Eccentric” – EUA – Avner Eisenberg imprime sua simplicidade poética em shows divertidos e capazes de envolver o público. “Avner, the Eccentric”, foi um dos grandes sucessos da Broadway. Depois disso, o artista exibiu seu talento em diversos trabalhos na televisão e no teatro, o que lhe rendeu convites para apresentações pelo mundo todo. Recebeu inúmeros prêmios e indicações por sua atuação em filmes e nos palcos. Em suas performances, Avner utiliza elementos circenses que derrubam as barreiras culturais e linguísticas e, assim, consegue encantar o público de qualquer parte do planeta. | 22, 23, 24 e 25/07, 19h, Teatro do Colégio Ressurreição |

“Crónica De José Agarrotado (Menudo Hijo De Puta)” – Espanha – Os artistas formatam a peça com poucos elementos cênicos, mas que são explorados ao máximo. A idéia é libertar-se de toda a artificialidade e estabelecer uma relação muito próxima com o público, uma atmosfera íntima entre palco e plateia. Este trabalho aborda, entre outros temas, a falta de comunicação em seu sentido mais amplo. Durante a atuação é difícil distinguir entre a improvisação e a coreografia, experiência e confissão, verdade ou ficção. | 17, 18, 19 e 20/07, 21h30, Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto |

“Sienta La Cabeza” – Espanha – Um espetáculo que transgride a ordem das coisas e faz do espectador o ator, colocando no cenário um salão de cabeleireiros e um DJ. O público é o protagonista no espetáculo. O trio de artistas desenvolve a apresentação transformando objetos em arte e intervindo diretamente no visual das pessoas, com a criação de inusitados personagens. | 17/07, 15h, Praça Rui Barbosa | 18/07, 23h, Não-Lugar | 19/07, 15h, Praça do Pinheirinho |

“Tercer Cuerpo” – Argentina – Cinco personagens são unidos pela solidão, incompreensão e pela necessidade de amar. Sandra, Moni e Héctor são colegas de escritório. Sandra quer ter um filho, mas seu marido a abandonou. Moni vive no escritório sem que os seus colegas saibam e Héctor, após o falecimento de sua mãe, começa a redescobrir sua sexualidade. A essas personagens, unem-se as histórias de Manuel e Sofía, o que irá alterar o desenrolar da peça. | 22, 23, 24 e 25/07, 19h, Teatro Seta |

“A Falecida Vapt Vupt” – São Paulo – Depois de encenar diversos espetáculos do autor, o diretor Antunes Filho faz nova leitura da Tragédia Carioca de Nelson. Na peça, a tuberculosa Zulmira, mulher frustrada do subúrbio que não enxerga mais horizontes para sua vida, tem como única ambição um enterro de luxo – sua última e desesperada tentativa de redenção de sua miserável condição. | 22, 23 e 24/07, 21h30, Ginásio do SESC Rio Preto |

“Batata!” – Salvador – A peça propõe um diálogo entre a obra teatral de Nelson Rodrigues e textos de autores baianos contemporâneos. O grupo apresenta textos confessionais preparados pelos autores envolvidos na montagem e que, de diferentes maneiras, tratam da relação íntima entre amor e morte, além de outras temáticas. | 17/07, 21h30 e 18/07, 19h e 21h30, Teatro Municipal Nelson Castro |

“Comunicação a uma Academia” – São Paulo – O público poderá conferir a versatilidade da conceituada atriz Juliana Galdino no papel de um macaco que conta à platéia como tornou-se humano. | 17, 18 e 19/07, 19h, Teatro Seta |

“O silêncio dos Amantes” – Rio de Janeiro – As cenas são baseadas em quatro contos de Lya Luft. No palco, os textos transformam-se em monólogos, mas sofrem a interferência dos outros atores em diversos níveis. | 17, 18 e 19/07, 21h30, Teatro da Unip |

“Caminho para Meca” – São Paulo – Escrita por Athol Fugard, um dos dramaturgos mais importantes da língua inglesa na atualidade e inédita no Brasil, a peça conta a história de Helen Martins (Cleyde Yáconis), uma sul-africana que encontra sua forma de expressão por meio da escultura. | 18, 19 e 20/07, 19h, Teatro do Colégio Ressurreição |

“A Margem” – Rio de Janeiro – Sem texto algum, apenas com emissão de sons, “A Margem” mostra dois moradores de rua que compartilham o cotidiano por meio de uma relação criativa com o mundo. A narrativa é enriquecida pelo uso de duas distintas técnicas com propostas antagônicas: a liberdade lírica do clown e a crítica contundente do bufão. Nas 15 cenas que compõem a peça, os atores usam máscaras, teatro de sombras e de animação. | 19, 20 e 21/07, 19h, Sest/Senat |

“A inveja dos anjos” – Rio de Janeiro – O ponto de partida para o espetáculo é a imagem dos trilhos de trem. Um carteiro transita pelas relações daquela localidade. É por meio dele que o público acessa os demais núcleos da história, que utiliza elementos do realismo fantástico. | 23, 24, 25/07, 21h30, Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto |

“Eldorado” – Campinas – O espetáculo nasce da observação da realidade, da interação com construtores e tocadores de rabeca, instrumento presente em muitas manifestações da cultura popular. Em “Eldorado”, procura-se exercitar o olhar, encontrando no cotidiano os pequenos acontecimentos poéticos. | 20, 21 e 22/07, 21h30, Teatro Municipal Nelson Castro |

“Senhora dos Afogados” – São Paulo – O texto de Nelson Rodrigues foi transformado em musical nas mãos dos artistas, que utilizam-se da MPB para compor as cenas. Com protagonistas de ações exacerbadas, a história é contada sob o prisma das paixões humanas. | 20, 21 e 22/07, 21h30, Teatro da Unip |

“O Cantil” – Fortaleza – Dois homens seguem à procura de algo. Para o patrão a viagem é urgente e aterradora, para o empregado é apenas objeto de seu ganha-pão. Entre os dois se estabelece uma relação nos extremos da desconfiança total e da pura subserviência, relação essa transfigurada pela ausência e presença do cantil. | 23, 24 e 25/07, 21h30, Teatro da Unip |

“In On It” – Rio de Janeiro – É uma peça teatral para dois atores. Uma narrativa em espiral sobre um homem que morre, dois amantes cujo amor está terminando e dois homens que contam esta história. O mistério que envolve a relação existente entre os dois personagens instiga o público. O texto, inédito no Brasil, estreou no Rio de Janeiro em março e já é sucesso de público e crítica. A simplicidade das cenas, em conjunto com o talento de Fernando Eiras e Emilio de Mello são elementos que garantem esse resultado. | 23, 24 e 25/07, 19h, Teatro do SESC |

“Rainha[(s)]” – São Paulo – No elenco, Georgete Fadel e Isabel Teixeira, vencedora do prêmio Shell 2009 de melhor atriz. Adaptação da peça Mary Stuart, de Friedrich Schiller, o drama retrata a disputa pelo trono da Inglaterra travada pelas rainhas Elizabeth I e Mary Stuart e o duelo de duas atrizes soberanas. | 23, 24 e 25/07, 21h30, SESI |

“Miséria, Servidor de Dois Estancieiros” – Porto Alegre – Uma farsa gaudéria livremente adaptada do clássico da commedia dell’arte “Arlequim, Servidor de Dois Amos” de Carlo Goldoni. A personagem principal é um anti-herói que, depois de não conseguir entrar nem no céu nem no inferno, fica vagando pelo Pampa e decide ir para a cidade grande trabalhar para dois patrões, sem que um saiba do outro. É no meio dessas confusões, trapalhadas e trocas de patrões que se dão as peripécias do grupo. | 16/07, Extensão Votuporanga | 17/07, Extensão Fernandópolis | 18/07, 11h, Praça D. José Marcondes | 19/07, 16h, Quadra Esportiva da Vila Toninho | 21/07, 19h, Praça do Bairro São Francisco | 22/07, Extensão Jales | 23/07, Extensão Santa Fé do Sul | 24/07, Extensão Mirassol | 25/07, 16h, Praça Irmã Izaltina

“Das Saborosas Aventuras de D. Quixote de La Mancha e seu Escudeiro Sancho Pança – um capítulo que poderia ter sido” – Goiânia – Um executivo, cansado de sua rotina, resolve mergulhar num mundo imaginário em busca de aventuras e emoções. Ele passa a acreditar ser Dom Quixote de La Mancha e sai pela cidade buscando sua platônica amada Dulcinéia, que se apresenta como alucinação, vestida de noiva, durante o decorrer da história. | 19/07, Extensão Votuporanga | 20/07, Extensão Santa Fé do Sul | 21, Extensão Tanabi | 22/07, 17h, Praça de Talhado | 23/07, 16h, Calçadão da General x Jorge Tibiriçá | 24/07, 17h, Parque da Cidadania | 25/07, 11h, Calçadão da General x Jorge Tibiriçá |

“Zero” – São Paulo – Conto de fadas contemporâneo que fala de um mundo artificial, onde a máquina dominou tudo e a aparição de um simples pássaro transforma a vida de todos. | 19, 11h e 15h, Teatro do Colégio Santo André |

“O sítio dos objetos” – Bauru – Luvas, garfos, leques, espremedores de frutas, escorredores de arroz e outros utensílios domésticos transformam-se em divertidos personagens rurais, por meio de mecanismos com fios, varetas e articulações. A galinha, a vaca, o pato, o pavão, os porcos e os pássaros desfilam cômicas situações. Flashes fotográficos retratam fortes relâmpagos, travesseiros manipulados fazem a dança das nuvens anunciando o temporal que fará brotar o encantado Sítio dos Objetos, onde mesmo entre duelos e emocionantes conflitos, homem e natureza vivem em harmonia. | 22 e 23/07, 15h, Teatro do Colégio Santo André |

“E se…” – Curitiba – O espetáculo discute com bom-humor e fantasia os diversos caminhos que a vida oferece e as interferências das escolhas e ações de cada um no coletivo. A rua de um centro urbano é o ponto de encontros e desencontros no cotidiano de personagens que surgem com o uso de pequenos adereços nas mãos dos atores. | 20 e 21/07, 15h, Teatro do Colégio Santo André |

“Vis Motrix – Ensaio sobre a alma das marionetes” – Londrina – Nessa obra teatral baseada na antiga tradição das marionetes japonesas, os bonecos brincam, varrem, jogam bola, equilibram-se através dos movimentos quase humanos que impressionam pela beleza e precisão. | 24 e 25/07, 15h, Teatro do Colégio Santo André |

“2 Números” – Rio de Janeiro – O espetáculo, destinado a crianças e adultos de todas as idades, é composto por duas peças curtas, que se constroem como delicadas coreografias, a partir da música original e da movimentação dos atores animando objetos, máscaras e um pequeno boneco articulado. | 17 e 18/07, 15h, Teatro do Colégio Santo André |

“Sapecado” – São Paulo – O musical caipira conta a viagem da roceira Assunta, do cachorro Rex e do carteiro Adauto pela estrada do Bromongó, rumo ao baile na Vila do Sapecado. | 22 e 23/07, 19h, Bosque do Colégio Santo André |

“Einsten” – São Paulo – A peça humaniza o mito e percorre os vários aspectos da personalidade do gênio, do jeito engraçado como narra sua infância à dor de sua desatenção familiar e sua vocação solitária. Alcança o ápice quando trata da relação ciência e poder, compondo com íntima dramaticidade a história do maior cientista do século 20. | 21 e 22/07, 19h, CICC |

“After Darwin” – São Paulo – O espetáculo aproxima o personagem da vida contemporânea e reflete sobre a atualidade da sua teoria da evolução das espécies pela seleção natural. A influência do ambiente, a vantagem dos mais fortes e mais aptos no processo de sobrevivência e os conflitos de valores são projetados em “After Darwin” no cotidiano das relações humanas e das estruturas sociais. | 24 e 25/07, 19h, CICC |

“Talvez” – Rio de Janeiro – Um homem decide trancar-se em casa até que sua mulher volte de viagem. O que começa como uma simples promessa ganha proporções inesperadas, já que ele está disposto a levar seus pactos ao limite. Apenas o computador está ligado e, assim, se inicia uma curiosa relação com os espectadores. Sua introspecção e esquizofrenia marcam a história. | 17 e 18/07, 21h30, Oficina Cultural Fred Navarro |

“Apropriação” – Rio de Janeiro – O roteiro foi elaborado a partir do universo de Harold Pinter, misturando trechos de peças, entrevistas e declarações do dramaturgo inglês. A peça tem início com o encontro de dois homens em um bar. Junto com Harold Pinter, trocam experiências e memórias, questionando por um viés bem-humorado suas identidades e funções. | 20 e 21/07, 19h, Oficina Cultural Fred Navarro |

“Esta propriedade está condenada” – Rio de Janeiro – Memórias e interpretação de acontecimentos, lembranças de clássicos cinematográficos e fragmentos de canções populares americanas aliam-se a uma paisagem de abandono, composta por imagens em vídeo, que compõem o pano de fundo para o encontro de dois adolescentes no sul dos Estados Unidos dos anos 40. | 21 e 22/07, 21h30, Oficina Cultural Fred Navarro |

“Bate Man” – Rio de Janeiro – Após ser torturada, a personagem que dá o nome ao espetáculo elabora seu raciocínio. Em um estado de alerta constante, pressionado, Bate Man constrói uma sutil e profunda análise do homem contemporâneo, com seus medos, desejos e ambições. O espetáculo tem direção de Gerald Thomas. | 24 e 25/07, 21h30, Oficina Cultural Fred Navarro |

“Liz, eu e o pássaro encantado” – SJ Rio Preto – A peça conta de forma dinâmica uma estória entre uma menina e um pássaro encantado. Num quarto aparentemente simbólico, a imaginação de Liz compõe a atmosfera criada, onde a visita de um pássaro traz referências de mundos diferentes e distantes. | 17 e 18/07, 17h, Sest/Senat | 19 e 20/07, 20h, Paralela Eldorado |

“Alma aprisionada” – SJ Rio Preto – Nascida em 1941 e autora de poesias inquietantes, Stela permaneceu internada durante 30 anos em um hospital psiquiátrico e se destacava dos outros pacientes por sua fala peculiar, com alto teor poético. A coreografia é desenvolvida em meio aos obstáculos criados no palco por tecidos entrecruzados. | 17 e 18/07, 21h30, Sesi | 21 e 22/07, 20h, Paralela Eldorado |

“É poesia popular” – SJ Rio Preto – Um casal de retirantes chega à cidade grande a procura de uma vida melhor. Sem espaço para trabalhar, eles resolvem sair pelo Brasil afora contando e cantando as histórias de seu povo. Utilizam um cordel bem popular como forma de sobrevivência, carregam a essência do mambembe que troca sua arte pelo pão. Os dois, de maneira bem brasileira e divertida, ilustram como Lampião, rei do Cangaço, conseguiu vencer satanás e seu bando. | 16/07, Extensão Jales | 17/07, Extensão Tanabi | 18/07, Extensão Mirassol | 19/07, 11h, Mercado Municipal | 20/07, 20h, Paralela João Paulo II | 21/07, 20h, Paralela Vila Toninho | 24/07, Extensão Fernandópolis | 25/07, 16h, Engenheiro Schimitt |

“Melodrama” – SJ Rio Preto – Composto por pequenas histórias que se entrelaçam com humor e deboche: a luta pelo amor, o casamento proibido pelo fantasma do incesto e adultério passados. Com situações turbulentas e diálogos pomposos. Faz parte da história a jornada de Doralice, entrecortada pela loucura e delírio de um ébrio e um amnésico, dentro de uma estrutura radiofônica com dinâmica atual. | 22 e 23/07, 19h, Sest/Senat | 24 e 25/07, 20h, Paralela João Paulo II |

“Abis/OM” – SJ Rio Preto – O espetáculo busca, por meio de uma linguagem simbólica, silenciosa e contemplativa, descrever as trajetórias de um ser – singular e plural – pelos labirintos e abismos da condição humana. | 17 e 18/07, 19h, CICC | 19 e 20/07, 20h, Paralela Vila Toninho |

“Memórias de um sargento de milícias” – SJ Rio Preto – Com muito humor e irreverência a história de Leonardo Filho, rapaz esperto, malandro, traquina, que arma as maiores confusões no inicio do século XIX (época do Rei D. João VI). Leonardo é filho de Leonardo Pataca e Maria da Hortaliça, ambos portugueses, que se encontraram em um navio quando vinham para o Brasil. O garoto, fruto de pisadelas e beliscões, foi abandonado pelos pais e acaba sendo criado por seu padrinho. E em meio a muitas travessuras, Leonardo Filho vai crescendo e transforma-se em um tremendo vadio. | 20 e 21/07, 21h30, Sesi | 18 e 19/07, 20h, Paralela João Paulo II |

“O palhaço e a bailarina” – SJ Rio Preto – Dois artistas mambembes, o palhaço Pirueta e a bailarina Penélope, são despedidos do circo onde trabalhavam após uma pequena confusão. Agora, sozinhos e morando na rua, eles tentarão montar um show usando o que os dois sabem fazer de melhor, porém farão mais confusão ainda. Assim, terão que parar de se desentender e deverão se unir para enfrentarem, juntos, as dificuldades da nova vida. | 19 e 20/07, 17h, CICC | 21 e 22/07, 20h, Paralela João Paulo II |

“As noivas” – SJ Rio Preto – Três personalidades distintas, mas com um mesmo sonho: vestir-se de noiva. A peça, uma adaptação livre de três contos de Nelson Rodrigues, recupera o universo rodrigueano, mas se permite entrar na contemporaneidade teatral. | 20 e 21/07, 19h, Teatro Seta | 22/07, 19h e 21h, Paralela Vila Toninho |

“O girassol” – SJ Rio Preto – Conta a história de Brás, menino do interior que não gosta do mundo onde vive e quando adulto sai em busca da vida que sonha ter. Assim como os girassóis que seu pai cultiva, que giram ao longo do dia buscando a luz do sol e acabam voltando ao mesmo lugar, ele retorna ao lar. O espetáculo trata da terra, da forma em que estamos ligados a ela e das escolhas que fazemos. Trata do interior, onde moramos, e daquilo que mora no nosso interior. | 24 e 25/07, 19h, Sest/Senat | 17 e 18/07, 20h, Paralela Vila Toninho |

“Três é D+” – SJ Rio Preto – O cotidiano inusitado de três empregadas domésticas que acreditam ter matado sem querer a patroa de uma delas. Tentando entender o que aconteceu na realidade e procurando provar que são inocentes, elas se envolvem nas mais curiosas e absurdas situações, provocando com isso cenas hilárias. | 23 e 24/07, 21h30, Teatro Nelson Castro | 17 e 18/07, 20h, Paralela Eldorado |

“Baby Dolls – Uma exposição de bonecas” – Belo Horizonte – Três bonecas, representando estereótipos femininos, convidam o público a brincar. Logo, se mostram mortas, marcadas a giz no chão. A partir de referências da arte contemporânea, o conceito de instalação discute a fabricação do modelo feminino na sociedade atual, em que mulheres, como objetos, são cada vez mais transformadas em bens de consumo. | 17/07, 23h, Não-lugar |

“Karine Alexandrino” – Fortaleza – Diva neotropicalista, a artista gosta de experimentar. Seus discos são temáticos, numa overdose de influências cinematográficas. No trabalho da artista, as músicas funcionam como trilha para um filme imaginário de sua personagem Producta, que usa para fazer seus discos, shows, vídeos e performances. | 16/07, 23h, Não-lugar |

“La Cartelera y sus limones domingueros” – Argentina – O show irá exibir a intensa fusão de ritmos populares latino-americanos com o reggae, o ska, a cumbia, o cuarteto, o wawancó, o sambareggae, que se mesclam de maneira inteligente e profunda, com a convicção de que as fronteiras políticas não podem limitar o universo cultural da qual fazemos parte. | 25/07, 23h, Não-lugar |

“Tetine” – Inglaterra – Com a apresentação das músicas do seu último álbum, “Let your X’s be Y’s”. O duo é formado por Bruno Verner e Eliete Mejorado, que se conheceram em 1995 e, desde então, vêm produzido uma vasta obra experimental trafegando por universos inusitados da cultura pop. Com dez álbuns lançados por diferentes gravadoras do Brasil e Europa, os artistas se apresentam em festivais, galerias de arte, clubes, cinemas e teatros ao redor do mundo. | 23/07, 23h, Não-lugar |

“Sinhô Preto Velho” – São Paulo – Música popular com origens na África, mas produzida no Brasil, passando pelo samba e chegando ao sampler, que faz soar o atabaque que se distorce nas pick-ups. O grupo apresenta no FIT o show baseado no seu novo disco, todo composto em língua tupi. | 24/07, 23h, Não-lugar |

“Bolha Luminosa – Experimento Transapiens” – Porto Alegre – Traz dinâmicas experimentais com a linguagem do teatro de animação e utiliza um balão de nylon que, depois de poucos minutos enchendo, permite que os artistas entrem com seus equipamentos de projeção para a execução das cenas com sombras, estimulando os participantes a experimentarem suas sombras corporais. | 16/07, 23h, Não-lugar |

“Antropografia Darwiniana” – Presidente Prudente – É fruto do trabalho de pesquisa e investigação em torno da utilização ou aplicação da imagem fotográfica na concepção cênica. Seja explorando a temática, utilizando uma técnica fotográfica específica, seja na própria ação da imagem sobre o corpo ou do corpo sob a imagem, o fotógrafo passa a realizar diversos exercícios obtendo os mais diversos resultados. Para essa Vídeophotoinstalação, Paulo Brasil apresenta uma reflexão imagética da imagem sobre o corpo humano, orientada pela teoria da evolução Darwiniana. | 16 a 25/07, 23h, Não-lugar |

“Desde que o samba é samba” – São Paulo – Partindo de uma estrutura simples (voz, violão e percussão) e sem pretensões metodológicas, o grupo executa as canções e sobre elas pincela informações sobre história, estilo, influências, autores e intérpretes traçando uma linha temporal desde o surgimento até a atualidade do samba no Brasil. | 19/07, 23h, Não-lugar |

“Parafolclórico Metal Madeira” – SJ Rio Preto – Artistas rio-pretenses desenvolvem trabalhos nas áreas de dança, música e artes plásticas, dentro de um projeto que busca desenvolver a auto-estima, ritmo e coordenação motora, além da socialização em grupo dos alunos atendidos. | 19/07, 23h, Não-lugar |

“Compartimento: módulo 1” – São Paulo – Olhar a cidade. Enxergar outros corpos preenchendo estruturas de concreto. Lugares públicos, privados e secretos. Diluir ficção à trama cotidiana de existir solitariamente, ou em grupo dentro de uma metrópole. | 16 a 19, 23 a 25, 23h, Não-lugar |

“Árvorearbretreearbol” – SJ Rio Preto – O artista plástico Carlos Bachi busca sensibilizar e provocar as pessoas utilizando todos os sentidos. Procura desvendar quais segredos esta árvore trás e revelar de que forma, ao integrar este espaço, ela consegue traduzir e codificar desejos e lembranças. | 16 a 25/07, 23h, Não-lugar |

“Os Polydoros” – Rio de Janeiro – O repertório apresentado pelo grupo é uma sátira aos cuidados do homem com a saúde e atravessa gerações, abrangendo desde compositores clássicos populares como Adoniran Barbosa até inusitadas versões de recentes sucessos nacionais. Os arranjos ressaltam o potencial irreverente e inusitado das composições, utilizando além dos instrumentos musicais tradicionais, instrumentos inventados pelos palhaços e materiais de uso cotidiano nos hospitais. | 17/07, 23h, Não-lugar |

“Manifestos” – São Paulo – Novos profetas urbanos propõem uma “evangelização” por meio da declamação de manifestos artísticos. Os atores ocupam locais públicos para levar palavras de fé na capacidade da arte de gerar transformações. | 25/07, 23h, Não-lugar |

“DJ Bocka” – SJ Rio Preto – 16/07, 23h, Não-lugar |

“DJ Mabel” – SJ Rio Preto – 18 e 24/07, 23h, Não-lugar |

“DJ Cláudio Gorayeb” – SJ Rio Preto – 17 e 25/07, 23h, Não-lugar |

“DJ Fábio Lopes” – SJ Rio Preto – 19/07, 23h, Não-lugar |

“DJ Jefferson D’Melo” – SJ Rio Preto – 23/07, 23h, Não-lugar |

As atividades formativas

Diversas atividades de caráter formativo foram inseridas na programação do FIT (Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto). O objetivo da organização é oferecer um espaço para aprendizagem e aprimoramento dos profissionais envolvidos com o teatro.

Serão palestras, debates, oficinas, lançamentos editoriais, encontros entre profissionais e exibição de filme. As atividades serão realizadas no SENAC e SESC Rio Preto.

Com o intuito de entender melhor o trabalho dos críticos de teatro e avaliar os espetáculos apresentados durante os dez dias do evento, é realizado o Painel Crítico. Seis leitores críticos estarão em Rio Preto para assistir e escrever a respeito dos espetáculos nacionais do Festival.

As críticas serão publicadas diariamente no jornal do FIT e no site http://www.festivalriopreto.com.br, além de serem disponibilizadas para a veiculação em jornais, revistas e sites. Os convidados para 2009 são Walter Lima Torres, da UFP, Curitiba (PR); Kil Abreu, da Escola Livre de Teatro, Santo André (SP); Bia Medeiros, da UNB, Brasília (DF); Lúcio Agra, da PUC São Paulo (SP); Clóvis Massa, da UFRSG, Porto Alegre (RS) e Luiz Marfuz, da UFBA, Salvador (BA).

Os grupos de São José do Rio Preto selecionados para o Módulo Aldeia FIT também estão na programação de Atividades Formativas. Os artistas da cidade irão participar de debates com o público e classe teatral, mediados por Roberto Alvim e Gonzaga Pedrosa.

Também estão programadas quatro oficinas teatrais, com a participação de atores que se apresentarão no FIT e profissionais convidados. Entre as palestras confirmadas, haverá um encontro de duas atrizes premiadas: Juliana Galdino e Patrícia Selonk, que vêm, respectivamente, para as apresentações de “Comunicado a uma academia” e “Inveja dos Anjos”.

“As instâncias da subjetividade”, tema do FIT 2009, será colocado em pauta no Open Space, espaço destinado à discussão de idéias com grupos participantes do Festival. São duas atividades programadas. A subjetividade presente nos processos coletivos de criação será discutida com integrantes de “Rainha[(s)]”, “Inveja dos Anjos”, “Eldorado” e “Cia dos Atores”. A fruição subjetiva e a leitura crítica serão debatidas com participação dos Leitores Críticos, alunos do Atelier de Crítica Teatral e críticos dos jornais, TVs e sites convidados pelo Festival.

A área de convivência do SESC Rio Preto será sede de três lançamentos editoriais, que abordam diferentes técnicas relacionadas ao teatro. Também no SESC, será lançado o documentário “Flávio Rangel – O teatro na palma da mão”, de Paola Prestes.

Confira a programação completa de Atividades Formativas:

Leitores Críticos para espetáculos nacionais:

Walter Lima Torres – UFP – Curitiba/PR
Kil Abreu – Escola Livre de Teatro – Santo André/SP
Bia Medeiros – UNB – Brasília/DF
Lúcio Agra – PUC – São Paulo/SP
Clóvis Massa – UFRSG – Porto Alegre/RS
Luiz Marfuz – UFBA – Salvador/BA

Debates do Módulo Aldeia FIT (São José do Rio Preto)

Debatedores: Roberto Alvim e Gonzaga Pedrosa
Dia 18, sábado, 10h às 11h, Senac – Abis/OM
Dia 18, sábado, 11h às 12h, Senac – Alma aprisionda
Dia 19, domingo, 10h às 11h, Senac – Liz, Eu e o pássaro encantado
Dia 20, segunda-feira, 10h às 11h, Senac – É poesia popular
Dia 20, segunda-feira, 11h às 12h, Senac – O palhaço e a bailarina
Dia 21, terça-feira, 10h às 11h, Senac – As noivas
Dia 22, quarta-feira, 10h às 11h, Senac – Memórias de um sargento de milícias
Dia 23, quinta-feira, 10h às 11h, Senac – Melodrama
Dia 24, sexta-feira, 10h às 11h, Senac – Três é D+
Dia 25, sábado, 10h às 11h, Senac – O girassol

Oficinas:

a) Teatro do Oprimido
Com Centro do teatro do Oprimido do Rio de Janeiro/RJ
Dias 17 e 18, sexta-feira e sábado, das 8h30 às 12h30, Senac

b) O corpo criativo no teatro
Com Los Corderos.sc (Barcelona – Espanha)
Dia 19, domingo, das 14h às 18h, Senac

c) Atelier de crítica teatral
Com Kil Abreu (São Paulo/SP)
21 a 24, segunda à sexta-feira, das 14h às 18h, Senac

d) Princípios Excêntricos
Com Avner Eisenberg (New York – Estados Unidos)
Dia 25, sábado, das 14h às 18h, Senac

Encontro
Um bate papo sobre a trajetória artística de duas atrizes premiadas
Com as atrizes Juliana Galdino e Patrícia Selonk
Mediação de Bel Teixeira
Dia 21, terça-feira, 15h às 16h, Senac

Open Space

Subjetividade nos processos coletivos de criação
Com participação dos integrantes dos espetáculos:
– Rainha[(s)]
– Autopeças (Companhia dos Atores)
– Inveja dos Anjos (Armazém Teatro)
– Eldorado (Eduardo Okamoto)
Mediação: Cassiano Quilici
Dia 22, quarta-feira, 14h às 16h, Senac

Fruição subjetiva e leitura crítica
Com participação dos Leitores Críticos, alunos do Atelier de Crítica Teatral e críticos dos jornais, tvs e sites convidados do festival.
Mediação: Flávio Desgranges
Dia 24, sexta-feira, 14h às 16h, Senac

Lançamentos Editoriais

Fotografia de palco
de Lenise Pinheiro
Dia 17, sexta-feira, 18h30, Área de convivência do SESC Rio Preto

Revista Sala Preta – nº 8
Dia 17, sexta-feira, 18h30, Área de convivência do SESC Rio Preto

O Teatro da Morte
Tadeusz Kantor
Organizada por Denis Bablet, esta coletânea de escritos do artista plástico, cenógrafo e encenador polonês Tadeusz Kantor (1915-1980) busca explicá-lo e a sua obra por meio de uma seleção de seus testemunhos – manifestos, partituras de espetáculos e de performances, entrevistas, ensaios, artigos – que esclarecem seu processo de trabalho e afirmam sua originalidade. Vanguardista e contestador, pintor que migrou para as artes cênicas a partir de 1942 ao fundar o Teatro Independente com outros jovens pintores, Kantor também criou o Teatro Cricot 2 (1955) e diversas outras teorias teatrais e processos de trabalho. Atrelado ao espetáculo A classe morta, O teatro da morte é o título do último manifesto de Tadeusz Kantor, trabalho que significou uma mudança em suas pesquisas, passando a explorar as noções de memória, história, mito, criação artística e o artista como cronista do século XX. Edições Sesc.
Dia 17, sexta-feira, 18h30, Área de convivência do Sesc Rio Preto

Exposição

Lenise Pinheiro
Fotografia de palco
De 17 de julho a 2 de agosto
Abertura dia 17, sexta-feira, 18h30, Área de convivência do Sesc Rio Preto

Lançamento de filme

“Flávio Rangel – O teatro na palma da mão”
Um documentário de Paola Prestes
Dia 17, 19h, Teatro do SESC


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One response

7 07 2009
good ol’ times « breno pires

[…] Mais informações sobre o FIT aqui. […]

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